martes, 2 de agosto de 2011

Teto (limite) da divida americana, enfraquecimento do dólar e o anticristo.


Nos últimos dias o mundo esteve em suspense pelo grave problema da dívida americana. O perigo de um “default” (moratória em inglês), por parte da ainda, maior economia do mundo, soou como uma possibilidade real para os mercados financeiros, fazendo as bolsas despencarem pelo mundo a afora.

A economia americana há muitos anos vê, dia após dia, sua força ser cada vez menos produtiva. Com o baixo custo da mão de obra asiática, as grandes empresas têm instalado seus parques de produção no longínquo oriente,especialmente na China, deixando apenas, seus escritórios centrais no país do norte. Os Estados Unidos tem visto sua economia depender cada vez mais dos bens de serviços e alta tecnologia, áreas que não durante muito tempo dominaram no mundo, pois vemos muitos países se aproximando rapidamente ao nível da super potência. Além disso, os Estados Unidos tem se visto obrigado a gastar cada vez mais, e isso desde o governo de Reagan, quando praticamente tudo começou para a caída da maior economia de todos os tempos. As caríssimas guerras, a crise imobiliária, a maior crise econômica desde a grande depressão, somada às práticaseconômicas de Walt Street,só tem levado a um ponto: o enfraquecimento da maior economia do mundo. Em outras palavras, as menores arrecadações de impostos, o aumento escandaloso do gasto do governo, o surgimento de novas guerras e o perigo do terrorismo, tem levado a terra do tio San à beira do caos.

O teto da dívida foi elevado em 2,4 trilhões de dólares, e em dez anos a dívida americana será mais de 150% o valor do seu BIP. O ritmo de crescimento, na melhor das previsões não vai superar 1,5% ao ano nesse mesmo período. Enquanto isso os países emergentes como China, crescerão a um ritmo de 10% ao ano, Índia a 6% e Brasil a 4,5%.

O grande problema é o enfraquecimento do dólar, que leva quase todos os países do mundo, clientes fieis do FED (fundo de reserva dos Estados Unidos), os quais têm adquirido os famosos bônus do tesouro americano, à beira do desespero. Na verdade, países como a China, que um dia sonharam em ter cada vez mais influência sobre a tal famosa economia compra ndo sua dívida soberana, agora, já não sabem o que fazer com tanto papel, que dia após dia vai perdendo valor de forma meteórica. Todas as economias mundiais cujas reservas são em dólar, estão vendo dia após dia o modelo atual da economia se esgotar sem poder fazer muita coisa. A grande questão é: como deixar os Estados Unidos ruírem sem destruir os que aceitaram seus cheques?

Nesse contexto de loucura econômica, a poderosa palavra de Deus mais uma vez triunfa como a voz profética que vai brilhando em lugar tenebroso. Para o surgimento do “salvador” do planeta, como será reconhecido o anticristo, o mundo deve estar à beira do caos, mesmo que a maioria da população não perceba isso. Os mais poderosos governos do planeta entregarão ao homem do pecado sua autoridade, como vemos claramente em Ap. 17.13, por causa do desespero dos grandes líderes mundiais em frente ao desastre financeiro iminente, entre outros fatores. Um homem que será o suficientemente inteligente para apresentar uma nova moeda, livre dos papeis americanos, ou mesmo um dólar mundial, renovado e com poder de reserva e compra, livre da gerência de um só país.

O que quase ninguém está vendo é que o aumento da dívida americana gera um ciclo vicioso de endividamento, enfraquecimento do dólar, e o mundo cada vez mais se aproximando do colapso precisando de um “salvador” urgentemente. Como Jesus não é do tipo, que eles (os homens) querem, então aceitarão de braços abertos um salvador sem essas manias de santidade, amor ao próximo, humildade; mas um que seja arrogante, altivo e belo, e então cometerão o maior erro de todos os tempos, e coroarão o Anticristo, abrindo o caminho para a grande tribulação.

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