domingo, 29 de mayo de 2011

Nossa Primeira Concentração Evangelística




Sábado, 28 de Maio de 2011 realizamos, para a glória do Senhor Jesus Cristo, nossa primeira concentração Evangelística que marcou os 7 meses de aniversário da obra em Lima Capital. Toda glória damos a nosso Deus. Nossa congregação esteve em peso e, graças damos ao Senhor que já passamos dos 50 irmãos. Louvado seja Deus! DUAS almas se renderam aos pés do Salvador, com lágrimas nos olhos. O culto foi muito cheio do Espírito Santo, a porta para mensagem o Senhor a abriu, as almas se entregaram a Cristo, e toda a nova convertida igreja esteve presente. Mas eu, acostumado desde jovem a fazer concentrações Evangelísticas, desde que era coordenador de setor da Umadal, estava um pouco decepcionado. Não tivemos um grupo tocando, só eu sabia pregar, a maioria nem sequer sabe saudar... então, como vcs podem imaginar, eu preguei, eu cantei, Rebeca cantou, falou, e mais dois irmãos sem jeito tiveram oportunidade. Durante o culto fui tentado a pensar que tinha me precipitado, que era pra esperar um pouco mais, pensei até em não voltar a fezer outro evento assim até ter "tudo" o que faltou. Mas ao ver as lágrimas nos olhos de quase todos, a presença de Deus que nos envolveu de uma forma tão singela, e ouvir os comentários dos irmão que diziam "pastor como foi tudo lindo" vi que é tal como está escrito. Foi uma prova certa que de nada valem muitos instrumentos, pessoas que toquem muito bem, pregadores famosos, uma organização "perfeita" se não há a presença de Deus. É essa presença que faz que tudo seja diferente. Vi mais uma vez que o evangelho da cruz é o que "ainda" atrai o pecador, que liberta o oprimido e salva o homem e a mulher. Glorifico a Deus por ver mais uma vez a sua mão poderosamente estendida sobre nós e usar-nos para a glória do seu nome. Oremos para que no próximo mês tenhamos tudo o que faltou, mas sem perder essa doce presença do Salvador...

viernes, 27 de mayo de 2011

“...e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora.”


Durante a história, muitos têm sido rejeitados em épocas e por razões diferentes. O sentimento de rejeição faz doer o coração de alguns filhos, de algumas mulheres e de muitos que foram descartados, abandonados, humilhados, traídos e esquecidos.

Que bom saber que o nosso Jesus nunca nos rejeitará, de modo nenhum, nunca isso acontecerá...

Homens e mulheres foram recebidos nos braços carinhosos do Pai Eterno depois de enfrentar duras rejeições.

Hagar – Desesperada e preocupada por seu filho, foi expulsa por Sara da casa do seu Senhor, enfrentou o deserto o, medo da morte, mas Deus não a rejeitou.

José – Obrigado a deixar o seio familiar, a proteção do seu pai e o carinho de Raquel, ainda adolescente enfrentou a solidão, o ocaso e o abandono, mas Deus não a rejeitou.

David – Detentor da promessa, no coração de Deus ungido rei sobre Israel, fugitivo durante muitos anos de sua vida, foi duramente perseguido por Saul seu rei. Aquele malvado homem mutilou a família de David, fez ele fugir do seu palácio, perder grande parte de sua juventude, mas Deus não a rejeitou.

Uma das especialidades de Deus é amar ao rejeitado, alimentar o faminto, dar carinho ao órfão, curar feridas d’alma e socorrer ao que não tem nenhum vigor. Se vc se sente assim lembre-se das palavras do Mestre: “de modo nenhum o lançarei fora.” Não importa como vc está, lembre: “de modo nenhum o lançarei fora.” Não importa a mancha, Ele limpa; apenas lembre: “de modo nenhum o lançarei fora.” Vá a Cristo, Ele te ama, te aconchega, te abraça, te recebe e não te rejeita.

Acmn2011

miércoles, 25 de mayo de 2011

Heresias do filme de Mel Gibson.

As visões místicas da freira Emmerick foram incorporadas ao filme

Analisemos, pois, algumas das muitas visões de Emmerick que transformaram-se em trechos do filme “A Paixão de Cristo”:

O tema do filme: Jesus é o nosso salvador e Maria a nossa força!

Esse é um dos filmes mais marianos que já assisti. Voltemos a analisar apenas algumas cenas de “A Paixão de Cristo”:

a) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que enquanto Jesus angustiava-se no Getsêmani, Maria, em sua residência, podia sentir o Seu tormento.

b) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que João e Pedro chamavam Maria de “Mãe”.

Pedro, ajoelhado, pedindo perdão a Maria por ter negado Jesus.

c) Já citei anteriormente que Pedro, após ter negado a Jesus três vezes, foi pedir perdão a “Mãe” Maria.

d) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que somente Jesus e Maria tinham capacidade de visualizar Satanás que estava presente durante todo o processo da crucificação.

e) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus, enquanto é barbaramente açoitado na região ventral e dorsal pelos romanos, cai ao chão exausto e olha para Maria no meio da multidão. Na seqüência, Jesus, como se Maria estivesse passando para Ele uma força energética, consegue ainda ficar em pé. O guarda romano atônito, exclama: “impossível!”. A mensagem nas entrelinhas foi passada: Maria é a nossa força!

Maria no andar superior, sentindo a presença de Jesus na prisão logo abaixo dela.

f) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus ficou preso em um compartimento numa prisão subterrânea e nem que Maria tinha poderes sobrenaturais. Lembram-se da cena? Maria se dirige a um local específico do prédio e se deita no chão com a cabeça encostada no chão, porque sentiu que era exatamente naquele ponto no andar inferior que Jesus estava preso. Então, a câmara passa por dentro do chão e mostra Jesus pendurado pelas argolas e olhando para cima em direção ao teto, exatamente em direção a Maria. A mensagem nas entrelinhas foi passada: Maria tem poderes paranormais!

g) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus, enquanto caminhava em direção ao Calvário e foi lhe dada a cruz para carregar, orou a Deus Pai, assim: “Sou teu servo, Pai. Teu servo, filho da tua serva”. A mensagem nas entrelinhas mais uma vez é passada: Jesus honra a Sua mãe Maria!

Maria socorrendo Jesus: “Estou aqui”.

h) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus, enquanto tombou no chão carregando a cruz, Maria saiu correndo ao Seu encontro, abraçou-O e disse: “Estou aqui” (enquanto isso temos um flashback de uma cena de quando Jesus era criança e caiu ao chão e Maria correu em Sua direção para socorrê-lO e abraçando-O, disse: “Estou aqui”). Na seqüência, Jesus responde: “Vê, mãe, eu renovo todas as coisas”, e consegue buscar forças em Maria para continuar carregando a cruz. Mais uma vez a mensagem nas entrelinhas é: Maria é o socorro bem presente em toda a vida de Jesus!

i) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que, enquanto Jesus estava sendo crucificado, Maria beijou Seus pés ensangüentados e disse ao moribundo Jesus: “Carne da minha carne, coração do meu coração. Meu filho, deixa-me morrer contigo”. Novamente, a mensagem nas entrelinhas é: Maria está disposta a ser crucificada com Jesus.

Poderia citar mais algumas cenas cujas ênfases foram marianas, porém, acredito que basta de mariolatria.

Um filme anti-semita, sim senhor!

Temos, porém, de ser honestos na nossa análise e devemos reconhecer que os líderes judeus do Sinédrio, na casa de Caifás, verdadeiramente agrediram o Senhor Jesus:“Responderam eles: É réu de morte. Então, uns cuspiram-lhe no rosto e lhe davam muros, e outros o esbofeteavam, dizendo: Profetiza-nos, ó Cristo, quem é que te bateu!” (Mateus 26.66-68). Bem, mas o que lemos no livro de Emmerick e assistimos no filme de Mel Gibson foi um anti-semitismo aberto e descarado.

Antes de analisarmos algumas cenas anti-semitas, é mister pontuarmos que os escritos da freira Anna Katharina Emmerick são bastante antiisraelitas. Emmerick jorra dos seus escritos profundo ódio pelo povo de Israel: “a fúria dos inimigos de Jesus”; o sentimento do povo era de “ódio e fúria” contra Jesus; Jesus “foi levado à Corte de Caifás, entre vaias, gritos e golpes profusos aplicados pela multidão enfurecida”; “os malvados Judeus”; “Os inimigos maliciosos de nosso Senhor”; “os cruéis Judeus” (pp.80, 94, 99, 113 e 163), entre outros adjetivos depreciativos para com o povo judeu.

Só para não deixar nenhum resquício de dúvida, como essa autora tinha um sentimento amargo para com o povo judeu, leia a próxima frase: “uma multidão de infames – a escória de gente – rodeou Jesus como um enxame de vespas enfurecidas e começaram a inundá-lo de todo insulto imaginável” (p.107).

Analisemos agora apenas duas cenas do filme “A Paixão de Cristo” que apelaram para odiarmos os judeus:

a) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que a multidão tentava linchar Jesus quando o mesmo passava pelas ruas e que algumas vezes os furiosos soldados romanos tinham de conter os atos violentos dos judeus. Apesar de, na película cinematográfica, Jesus ter levado a cruz em boa parte do percurso para o Calvário acompanhado de insultos e golpes extremamente violentos proferidos pelos soldados romanos e pela multidão dos judeus, não é isso que a Bíblia relata. Muito pelo contrário, a Escritura diz: “Seguia-o numerosa multidão de povo, e também mulheres que batiam no peito e o lamentavam. Porém Jesus, voltando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai, antes, por vós mesmas e por vossos filhos!” (Lucas 23.27-28). A Bíblia não relata nenhum motim enquanto Jesus caminhava para o Calvário e muito menos se sofreu qualquer outra agressão física durante o trajeto. Aparentemente, apesar de ter sido surrado no pretório, podia facilmente falar com as pessoas ao Seu redor.

O cireneu protesta, mas o romano grita: “Vamos, judeu!”

b) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus levou a sua cruz por boa parte do caminho. O texto bíblico relata que, logo após sair do pretório, quem passou a carregar a cruz foi Simão, um cireneu. Se Jesus chegou a carregar a cruz em algum momento, foi apenas durante alguns passos iniciais. “Ao saírem, encontraram um cireneu, chamado Simão, a quem obrigaram a carregar-lhe a cruz” (Mateus 27.32). Na película, Simão passou a carregar a cruz juntamente com Jesus. É claro que isso não é verdade. O texto bíblico nos ensina que Jesus andou na frente e Simão, que ia logo atrás dEle, carregava a cruz sozinho (Lucas 23.26). Na seqüência cinematográfica, Jesus, fisicamente exausto, cai no chão e então presenciamos talvez o mais forte ato anti-semita do filme “A Paixão de Cristo”:alguns judeus chutam Jesus, algumas mulheres judias sentem pena dEle, os brutamontes soldados romanos tentam afastar a multidão e um deles comenta: “Povo impossível!”. Na seqüência, Simão protesta que não vai mais carregar a cruz se não pararem de torturar Jesus. Então, um soldado romano grita para Simão: “Vamos, judeu!”, e as chibatadas continuam. Entenderam a mensagem nas entrelinhas? O povo judeu é impossível e só atende através de chibatadas.

A propósito, a Bíblia não menciona que Jesus foi espancado no Getsêmani e nem durante qualquer trajeto que realizou. O trajeto de Jesus foi o seguinte: Getsêmani – Casa de Caifás – Pilatos, na Fortaleza Antônia – Palácio de Herodes – Pilatos, na Fortaleza Antônia – Calvário. Na “Paixão de Cristo” de Mel Gibson, Jesus levou bofetadas, chicotadas, cuspidas, solavancos e pontapés durante todo esse percurso. A Bíblia não menciona que Jesus tenha caído uma só vez no trajeto para o Calvário, já na Paixão de Mel Gibson, Jesus caiu seis vezes.

A quem interessa tamanha violência? A dois grupos de pessoas: primeiro, aos sensacionalistas que querem mostrar o tanto que Jesus sofreu. Segundo, aos que acreditam em penitência como uma forma de pagamento de seus próprios pecados ou como forma de pagar por uma graça alcançada.

Uma pergunta bobinha, mas que não quer se calar

“Quem matou Jesus?”, foi a pergunta feita repetitivamente durante a exibição de “A Paixão de Cristo” nos cinemas. Essa é uma pergunta que pode ser respondida de forma histórica ou espiritual e a resposta é sempre a mesma:

a) Historicamente, quem matou Jesus? Resposta: Os judeus tanto quanto os gentios. A Bíblia de Estudo de Genebra responde: “Os crentes entenderam corretamente que tanto judeus, como gentios eram responsáveis pela crucificação de Jesus. Estes eram Herodes Antipas, que era o filho de Herodes, o Grande, e tetrarca (isto é, autoridade subordinada aos romanos) da Galiléia e Peréia (Lucas 3.1; 23.6-7) e Pôncio Pilatos, que foi procurador romano (governador) [...] de 26 a 36 d.C. (Lucas 3.1; 23.1-24). Os principais sacerdotes e anciãos persuadiram o povo a rejeitar Jesus e pedir por Barrabás (Mateus 27.20-26)”.(14)

O apóstolo Pedro e a igreja oraram: “porque verdadeiramente se ajuntaram nesta cidade contra o teu santo Servo Jesus, ao qual ungiste, Herodes e Pôncio Pilatos, com gentios e gente de Israel” (Atos 4.27).

b) Espiritualmente, quem matou Jesus? Resposta: Os judeus tanto quanto os gentios. Na cruz, Jesus levou sobre si os pecados de todos (tanto os judeus como os gentios). Há inúmeros relatos bíblicos sobre a morte de Jesus na cruz, pois essa foi a razão principal de Sua vinda à Terra. Em pelo menos três vezes, Jesus sentenciou claramente aos Seus discípulos que seria morto (Marcos 8.31; 9.31; 10.33-34).

Jesus nasceu para morrer. Na cruz, Jesus se fez o maior dos criminosos, sem nunca ter pecado. Na cruz, Jesus levou sobre si todos os pecados dos judeus e dos gentios. “Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há um justo, nem um sequer” (Romanos 3.9-10). “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Jesus “foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação” (Romanos 4.25). “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5.8). “E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2 Coríntios 5.15).

Irmãos, qualquer outra resposta a essa pergunta é puro bairrismo, racismo, facção e desconhecimento histórico e espiritual.

As doutrinas em que Mel Gibson acredita

Um trecho de um artigo intitulado “O Filme de Mel Gibson – A Paixão de Cristo”, publicado pela Way of Life Literature, do Serviço de Informação da Igreja Batista Fundamentalista dos EUA e Canadá, nos esclarece que esse é um filme católico romano:

Mel Gibson pertence a um grupo católico tradicional que realiza a missa em latim, priva de ingerir carnes nas sextas-feiras, foge do ecumenismo e pratica outras coisas que foram abolidas no Concílio Vaticano II durante a década de 60. Gibson construiu a sua própria capela, chamada Família Santa, próxima a sua casa na Califórnia. Durante a filmagem, Gibson freqüentou as missas católicas todas as manhãs com o desejo errado de “estar puro”.

O roteiro foi traduzido para o aramaico e o latim pelo padre jesuíta William Fulco.

Qual é o evangelho que Gibson está tentando pregar durante o filme? É o evangelho católico dos sacramentos. Quando perguntado por um entrevistador protestante se alguém pode ser salvo fora da igreja católica romana, Gibson respondeu: “Não há salvação para aqueles fora da igreja” (Peter Boyer, “The Jesus War”, The New Yorker, 15 de setembro de 2003). Esse era o ensinamento oficial de Roma antes do Vaticano II.

Mel Gibson (à direita), dirigindo o ator Jim Caviezel.

De acordo com o romanismo, Jesus Cristo morreu na cruz, adquiriu a redenção e então entregou essa redenção para a Igreja Católica distribuí-la como pedaços de alimentos para os homens via os sete sacramentos. O homem não pode receber a salvação eterna diretamente de Cristo pela fé; ele tem que aproximar-se de Cristo através da Igreja Católica, via batismo, confirmação, missa, confissão para um padre católico, etc. A Igreja Católica ensina que o sacrifício de Jesus na cruz não foi de uma vez por todas suficiente, mas tem de ser perpetuado na missa, a qual é chamada de um sacrifício sem sangue. Considere esta afirmação do Concílio do Vaticano II: “Portanto, a Missa, a Santa Ceia, é ao mesmo tempo e inseparavelmente: um sacrifício no qual o sacrifício da cruz é perpetuado... Pois nele, Cristo perpetua de uma maneira sem sangue o sacrifício oferecido na cruz, oferecendo a si mesmo ao Pai pela salvação do mundo através do ministério dos padres” (Documentos do Vaticano II, “The Constitution on the Sacred Liturgy, Instruction on the Worship of the Eucharistic Mystery”, Introdução, C 1,2 p.108).(15)

Mel Gibson finalmente saiu do armário do anti-semitismo

Enquanto a película estava em evidência, Mel Gibson foi acusado de ser anti-semita e jurou que não era, mas pisou na bola quando foi pego dirigindo em excesso de velocidade em julho de 2006. Leia trecho do seguinte artigo publicado na revista Veja:

Alcoólatra supostamente redimido há vinte anos, em julho o ator e diretor enfiou o pé na jaca, foi parado pela polícia por excesso de velocidade e, daí, saiu do armário do anti-semitismo. Olhando para um policial de sobrenome judaico, detonou: “Os judeus são culpados por todas as guerras do mundo”. No dia seguinte, contrito, pediu profusas desculpas, pôs a culpa no José (Cuervo, o da tequila) e internou-se numa clínica.(16)


TEXTO EXTRAÍDO DO http://www.chamada.com.br/mensagens/paixao.html

Autor: Samuel Fernandez Magalhães Costa

martes, 24 de mayo de 2011

Entre a cruz e o trono, Ele escolheu a cruz…


Jesus estava no auge do seu ministério. Milagres, curas, maravilhas e impactantes demonstrações de poder haviam sido capazes de mover os corações de cada hebreu, fazendo-os sonhar de novo com a monarquia de Israel. O milagre da multiplicação dos pães, além de alimentar uma multidão faminta, fez muitos dos que estavam ali pensarem em um governante capaz de alimentar a todo um país, ou ao menos ao “seu” grupo sem maiores esforços. Reuniões foram convocadas de emergência, os principais e muito mais o povão deliberaram proclamar o nosso Salvador, como rei de Israel. Na mente de cada um daqueles homens estava o sedento desejo de vida... mas, esperem aí, eles queriam VIDA, mas vida fácil, o que Deus nunca prometeu a ninguém. Vejam o que Jesus fez: “Sabendo, pois, Jesus que estavam para vir com o intuito de arrebatá-lo para o proclamarem rei, retirou-se novamente, sozinho, para o monte.” (João 6.15).
Havia muita lógica, do ponto de vista humano em aceitar a coroação. Para Jesus, o trono dava satisfação pessoal, a cruz dava dor. O Trono dava riqueza, ouro, prata, jóias, a cruz dava a morte. O trono dava fama, a cruz dava vergonha. O trono dava proteção num palácio, a cruz dava a opressão do inferno, o abandono do Pai, tudo isso precedido pela angústia do jardim.


Mas a visão do amado Mestre olhava mais além: Sendo rei, Jesus governaria Israel, mas não poderia salvar a mim e a você. Sendo rei Jesus poderia libertar do jugo romano, mas não do jugo do pecado. Sendo rei Jesus poderia alimentar até o mundo inteiro com comida, mas não saciaria a fome da nossa alma. Sendo rei ele daria paz social, mas não a paz como o mundo não pode dá. Sendo rei ele aumentaria a expectativa de vida, mas não daria vida em abundância e eterna. Sendo rei construiria casas para todos os sem-teto, mas não as mansões celestiais para nós preparadas.

Glórias a Jesus por que Ele escolheu a cruz...


Para Ele mesmo o Senhor não encontrava nada bom na cruz, sua morte na cruz era por amor a mim e a vc. Ele precisava vencer o pecado e a tentação até à cruz, para libertar a mim e a vc. Ele precisava vencer a morte na cruz, para dar vida a mim e a vc. Ele precisava tomar as chaves da morte e do inferno para nos dar o céu. A morte de Jesus na cruz não foi boa para Ele mesmo, foi boa para mim e pra vc. Quando Cristo rejeitou o trono o fez por mim e o fez por vc. Entre o trono e a cruz Ele amou VC. Está escrito: “Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim, para que não fosse eu entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui.” (João 18.36).






Vc também deve rejeitar os “tronos” deste mundo e levar a sua cruz.


Jesus disse:


“Quem quiser, pois, salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por causa de mim e do evangelho salvá-la-á.” (Mr. 8.35).


“Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me.” (Lc. 9.23).


“e quem não toma a sua cruz e vem após mim não é digno de mim.” (Mat. 10.38).


“Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram.” (2 Co. 5.14).






Você também está amando a sua cruz? Ou você já aceitou o trono da fama, da vaidade, do “eu”, do egoísmo, entre outros?


Não se preocupe se muitos estão aceitando o trono, não aceite vc. Não se inquiete com o aumento da iniqüidade, seja santo vc. Não se espante se aquele evangelho romântico, de amor, sem interesse, está acabando, leve a cruz vc. Não desanime, olhe o alvo, não perca o rumo, pare de olhar pros lados, apenas veja Deus, imite a Deus, tenha sede por mais de Deus. Se por um acaso vc está lendo essas linhas, é porque Deus lhe está propondo mais uma vez que vc rejeite os “tronos” e aceite a sua cruz.

lunes, 23 de mayo de 2011

Muçulmanos e cristãos entram em confronto no Cairo


Cristãos e muçulmanos entraram em confronto atirando pedras uns nos outros no subúrbio do Cairo na ultima quinta-feira (19/05). Isso aconteceu no evento de reabertura da igreja que havia sido fechada pelo governo anos atrás.

A igreja é uma das três que foram reabertas como parte do plano das autoridades egípcias para tentar acalmar as tensões religiosas recentes. O governo prometeu reabrir cerca de 50 igrejas em todo o Egito para acalmar os cristãos que se manifestaram durante a semana.

As manifestações eram também contra os recentes ataques de perseguição que ocorreram nas últimas três igrejas no
Cairo após a revolta popular que derrubou o ex-presidente Hosni Mubarak.

Na quinta-feira (19/5) os conflitos começaram quando a polícia acompanhava um grupo de cristãos para reabrir uma igreja. Mais de mil muçulmanos, incluindo alguns ultraconservadores salafistas, tentaram bloquear o caminho, e os dois lados começaram a atirar pedras um para o outro, segundo relatos.

A polícia prendeu algumas pessoas e a confusão foi desfeita rapidamente, segundo um dos oficiais que estavam no local, e que pediu anonimato para relatar o que ocorreu. Nenhuma pessoa foi ferida.

Enquanto alguns cristãos já se reuniam na
igreja reaberta, alguns cristãos decidiram ficar junto ao rio Nilo acampados, fora do templo. Eles decidiram continuar o protesto contra a perseguição religiosa.

Cerca de 10% dos egípcios são cristãos, e nesse mês, multidões de muçulmanos, aparentemente guiados por uma linha ultraconservadora do islamismo, destruíram e colocaram fogo em uma igreja localizada no subúrbio da cidade do Cairo.


Tradução: Lucas Gregório

Fonte: Portas Abertas

lunes, 16 de mayo de 2011

Uma VITÓRIA memorável !!!

25 de Junho de 2005 ganhamos na justiça o direito de posse do grande templo da nossa igreja na cidade de Riobamba. Eram momentos de tanto gozo e alegria que nos faltavam palavras para expressar nossa gratidão a Deus por aquela vitória histórica. Fizemos festa, e a nossa alegria se tornou em louvor Àquele que nos havia dado a vitória, o Deus de Jacó.

Porém os dias que precederam aquele triunfo foram escuros como uma larga noite sem lua nem estrelas, como a mais negra tempestade, como a erupção de um vulcão*. Depois de apenas seis meses haver assumido a liderança daquela igreja missionária, sofremos grande revés. Fomos derrotados na primeira instância de justiça no Equador. Nossos malfadados inimigos, que Deus use de misericórdia para com os tais, subornaram o juiz, perverteram a justiça e triunfaram como os filhos de Belial costumam fazer. Nós, missionários recém chegados, sentíamos cada batida do nosso coração lutar contra o nosso peito num intento desesperado por sair e encontrar descanso. Então fomos aos pés do Senhor, lançamos sobre Ele a nossa ansiedade, e como é bom sentir Deus cuidar de nós. Naquele tempo eu sentia tanta angústia, tanta tristeza que seria difícil poder descrever.

Contávamos apenas com 63 irmãos, depois de haver sofrido uma triste divisão, antes que chegássemos al; a igreja em Riobamba estava verdadeiramente agonizante. Nenhum dos poucos irmãos, não os julgo, quis ajudar no processo judicial na segunda instância (com exceção da irmã Eva Cayo, que Deus a recompense). Temiam represálias, sabiam que o sistema judicial era corrupto e mais, eu havia rejeitado a proposta do advogado que me aconselhou dizendo: pastor, o Sr. Não quis dar nenhum dinheiro ao juiz de 1ª instância, agora terá que dar muito mais aos três ministros da suprema corte da província. Visto como ingênuo, quadrado e bobo por muitos, eu cria no Deus de Jacó.

Eu sempre me lembrava do patriarca Jacó que no momento de abençoar os filhos de José mudou a posição das suas mãos, abençoando com a mão direita o filho mais novo do governador do Egito, em lugar do primogênito. Na sua velhice, Deus estava usando as próprias mãos do patriarca para mostrar-lhe que ele não precisava ter enganado a seu pai e roubado a bênção de Esaú, seu irmão, pois se era um propósito de Deus, Ele mesmo mudaria as mãos do seu pai Isaac.

Tive a oportunidade de pregar o evangelho para os três ministros da suprema corte de Riobamba, os quais ficaram maravilhados com o doce evangelho, mas não aceitaram o Salvador. No entanto a palavra esteve incomodando as mentes daqueles homens que depois de um ano nos deram, contra todas as previsões, sentença a favor. O mais bonito foi o reconhecimento de nossos adversários que já não apelaram da sentença e um dos quais me disse diretamente: era de vcs mesmo...

O Deus de Jacob ainda é DEUS! Ficam aí algumas lições:

Vitória com suborno é CORRUPÇÃO.

Cheque sem fundo não é prova, é CRIME.

Receber dinheiro sem haver trabalhado por ele, ainda que a lei permita, não é providencia de Deus é AVAREZA, vagabundagem e ser marajá.

É corrupto o que é subornado e o que SUBORNA.

Não existe mentira para o “bem”, toda mentira é PECADO.

Deus não precisa do “jeitinho” da gente, ele é DEUS e dá um jeito.

Que Deus nos ajude sempre.

*em 2006 vivemos a erupção do vulcão “Tungurauha” no Equador. A cidade de Riobamba, às nove da manhã, era escura como a noite, por causa das cinzas do vulcão.

miércoles, 4 de mayo de 2011

Deus deixa um servo seu morrer?

Antes de responder essa pergunta pense em Tiago, Estevam, nos profetas, nos apóstolos e no próprio filho, nosso Senhor, que no alto da cruz exclamou: Pai porque me abandonaste?!

Existem muitas formas de ver e entender o sofrimento dos fieis, vários aspectos influem na questão, más antes de adentrar ao menos em alguns desses aspectos o que deixamos bem claro é que tal como a água é necessária para o bom funcionamento do corpo, assim é o sofrimento na vida do que serve a Deus. Longe de ser teólogo da desgraça, não posso entender, tão pouco, como existem teólogos da prosperidade; homens tão infiéis, reprováveis, distanciados do genuíno evangelho, homens que distorcem o que é santo em função dos seus próprios interesses.

Por más que hoje em dia o evangelho da cruz, pregado por Paulo, seja coisa de outro mundo que quase ninguém quer viver, eu tenho certeza que é o único (não que haja outros, mas muitos apresentam falsos evangelhos), que pode levar a o céu.

Antes de concluir pense em alguns versículos:

Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra. Salmo. 34.19

No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo. João. 16.33

Através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus. Atos 14.22b

Participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus. 2 Timoteo 2.3

Eu poderia mencionar uma centena de outros versículos parecidos. O que é certo é que Deus nos promete vitória e dentro do contexto das escrituras, vitória, pode significar forças. Forças para suportar MAIS. Se vc aceita um conselho fuja dos seus sonhos de consumo, eles irão te consumir. Fuja dos seus desejos, mas entregue seu caminho ao Senhor. Não corra demais, somente o suficiente para alcançar o premio da salvação. Interprete bem as escrituras por que Deus realiza o desejo do coração do justo e um justo nunca pensa em riquezas, prazeres, auto-realização, coisas demasiado grandes. O justo deseja a presença de Deus, seu amor, agradá-lo, amá-lo, tem fome de Deus e não de shopping, de justiça, não de novela, de diminuir mais para que Ele cresça, não de crescer ao ponto de já não ter que suportar aos demais.

Aceite o sofrimento sem reclamar, louve na prisão, teus vergões serão lavados. Mesmo que a figueira não floresça se alegre, mesmo que Ele te mate espera, ainda que o teu pai te abandone, confia. Somente confia, confia com toda a tua força, ama ao Deus que deu tudo por ti.

Assuero Chagas